Deste mundo
O que levam são memórias
Meras e superficiais
Esquecidas por vezes prematuramente
Sem disposição para ser algo que importe
Deste mundo
Nada levas.
Pena, tudo fica.
Dor lancinante.
Monday, July 11, 2005
Monday, July 04, 2005
Suspensas no tempo,
Como imagens pictóricas
Demasiado limitadas
Para me conseguir recordar de algo…
Tu recordas?
Eu revejo, revejo, revejo…
Em vão por vezes consigo perceber que apenas se passavam na minha cabeça
Tão reais…
Tão significativas…
A inocência morreu, o olhar mudou, nada é o mesmo
Dormente espero um dia poder compreender uma única coisa que seja.
Como imagens pictóricas
Demasiado limitadas
Para me conseguir recordar de algo…
Tu recordas?
Eu revejo, revejo, revejo…
Em vão por vezes consigo perceber que apenas se passavam na minha cabeça
Tão reais…
Tão significativas…
A inocência morreu, o olhar mudou, nada é o mesmo
Dormente espero um dia poder compreender uma única coisa que seja.
Se tentar olhar
E conseguir perceber
Majestosas formas elaboram
Um tão suave conjunto curvilíneo
Tão perfeito que me espanta
E por isso me transtorna.
E por pouco não me fere.
Tento delicadamente acolher
Este ser que é puro,
Simples e delicado.
E ao tocar-te arrependo-me,
Pois agora apercebo-me de mim,
E lentamente deixo-me desvanecer e largo-te.
Lamento.
E conseguir perceber
Majestosas formas elaboram
Um tão suave conjunto curvilíneo
Tão perfeito que me espanta
E por isso me transtorna.
E por pouco não me fere.
Tento delicadamente acolher
Este ser que é puro,
Simples e delicado.
E ao tocar-te arrependo-me,
Pois agora apercebo-me de mim,
E lentamente deixo-me desvanecer e largo-te.
Lamento.
-Num mar vasto,
Onde poucas ondas passam
Um pequeno barco vagueia
Sem qualquer destino
Em meus seixos,
De águas banhadas,
Rumamos perdidos,
Somos os verdadeiros descobridores.
Além-terra, além-mar
Ondulam as ideias.
Sentimentos que vão ao fundo,
Estamos rumando às coisas alheias.
Mas tudo pode um dia
Fazer todo o sentido
Toda esta viagem,
Minha e tua,
Rumo a coisas que desconhecíamos,
Mas que hoje percebemos.
Tudo agora faz sentido
Mesmo quando as ondas param
Mesmo quando as árvores deixam de abanar.
Esta ideia,
Este mar de ideias e sentimentos
É nosso e apenas nosso.
Não o partilhamos com ninguém
Porque agora tudo faz mais sentido.
Partimos, partimos
Remamos e vagueamos,
Indiferentes a toda uma realidade cansada.
“Sou uma falésia,
As águas batem e passam.”______________Diogo Fontes
“Luto com todas as minhas forças por aquilo em que acredito.
Aquilo que sinto fica para sempre.”_____________________________João Canelo
Onde poucas ondas passam
Um pequeno barco vagueia
Sem qualquer destino
Em meus seixos,
De águas banhadas,
Rumamos perdidos,
Somos os verdadeiros descobridores.
Além-terra, além-mar
Ondulam as ideias.
Sentimentos que vão ao fundo,
Estamos rumando às coisas alheias.
Mas tudo pode um dia
Fazer todo o sentido
Toda esta viagem,
Minha e tua,
Rumo a coisas que desconhecíamos,
Mas que hoje percebemos.
Tudo agora faz sentido
Mesmo quando as ondas param
Mesmo quando as árvores deixam de abanar.
Esta ideia,
Este mar de ideias e sentimentos
É nosso e apenas nosso.
Não o partilhamos com ninguém
Porque agora tudo faz mais sentido.
Partimos, partimos
Remamos e vagueamos,
Indiferentes a toda uma realidade cansada.
“Sou uma falésia,
As águas batem e passam.”______________Diogo Fontes
“Luto com todas as minhas forças por aquilo em que acredito.
Aquilo que sinto fica para sempre.”_____________________________João Canelo
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