Wednesday, March 17, 2010

inicio.

Como eu pensava.
15 de Abril de 2005.

Antes de te fechar, quero agradecer a todos os que leram, todos os que comentaram, os que inspiraram, os que pediram e todos os outros que ajudaram.

O meu intuito nunca foi guardar-te, ou ficar contigo.
Talvez daí te tenha apelidado "nada é definitivo".

Estas pausas lembram-me o "eu" mais miudo.
Tenho a certeza que um dia vou-me lembrar de ti, rir-me e dizer que tinhas boa escrita, daquela que só se consegue elaborar na altura certa, com um bom "timing".

Nada é definitivo. Realmente.

N.L.

"Finda a escrita, preparo a cama, apago o candeeiro e fecho os olhos.
Olho para o tecto e não vejo nada.
Breu. A escuridão visivel.
Irónico, pensei. Foi precisamente assim que começou."

Tuesday, March 16, 2010

nl

"Possivelmente, um dia destes eu lembrar-me-ei do que queria.
(...)
Agora, o que quero é que estejas aqui.
E tenho saudades de ti, sei que tu sabes disso.

E não me interessa o que digas, ou o que os outros digam ou pensem. Não é mais um dos meus devaneios.
E culpas-me sem sequer olhares para mim. Sem te aperceberes que talvez tenha os olhos preenchidos de água.
A tua ausência faz-me sentir indiferente, absorto de razão.
E tenho razão e tu também.
Recordas-me que sou egoista por pensar assim.

Estou tão cansado de ocupar a minha mente com outros assuntos, que sem querer me apercebo que acabo sempre por me lembrar de ti.

Um dia destes paro.
E nesse dia ganho consciência que aquilo que existe vai continuar."


-Páras uma tempestade só com os olhos.

N.L.

Tuesday, March 09, 2010

Podia começar a escrita como qualquer dia, com é normal, acho eu. Depois de muito pensar, aquilo que realmente queria não era escrever, enfim.




Um dia destes ganho juízo.
Ou não.
Sei lá, muito honestamente nem interessa.