Developping some strange thoughts.Shut up, let me think. How much time does it really need to start burning? I don't care if it affects you, as long as i see it burn. I'm on top of my best and 'still got some matches in my hands.
Once it starts it takes the entire hell to consume.
Não-poema. ((...)necessária a descarga com o bater da cabeça nas mãos, para os simplórios chama-se ódio, para outros tristeza. Puro gozo é o que lhe chamo.)
Wednesday, November 14, 2007
Friday, November 09, 2007
Noite, silêncio, choro.
As palavras feriram. Dizem que não mas mentem.
Quis tanto não te dizer, mas perdi.
Ficámos ambos a saber disso.
...
(...), tenho saudades de ti.
Mas tu já sabes disso.
(escrevo porque não compreendo que o normal se torna irracional, e por isso difuso.)
Quero saber o que pensar e sei que só penso em ti.
Esquece que os sentimentos são lineares, que a vida é um traço que se mantém.Toma o percurso erráctico e diz que amas.
perdido
Quis tanto não te dizer, mas perdi.
Ficámos ambos a saber disso.
...
(...), tenho saudades de ti.
Mas tu já sabes disso.
(escrevo porque não compreendo que o normal se torna irracional, e por isso difuso.)
Quero saber o que pensar e sei que só penso em ti.
Esquece que os sentimentos são lineares, que a vida é um traço que se mantém.Toma o percurso erráctico e diz que amas.
perdido
Thursday, July 19, 2007
Ensina-me como queres.
O épico ódio compara-se à busca da verdade.
Nunca se sabe ao certo a sua origem.
Alteras-me.
"Vai, vai, que eu sei o caminho. Afinal, para o inferno é fácil." - in N.L.
Nunca se sabe ao certo a sua origem.
Alteras-me.
"Vai, vai, que eu sei o caminho. Afinal, para o inferno é fácil." - in N.L.
Eu deixei de saber o que realmente tenho de pensar, aquilo que mais me importava era o sorriso dela. Tratei de tentar esquecer o mais que podia, mas era como se tentasse apagar da minha cabeça, a minha própria razão para existir.
Um constante arrepio percorria-me o corpo de cada vez que pensava que estava só. Nem sequer queria acreditar. Fui tentando habituar-me, sabendo que enfim,... Estava a enganar-me a mim próprio,
Já não sabia o que era sentir-me sereno.
O tempo parava, só para que eu pudesse ver o olhar dela. O meu socorro era a sua respiração, a minha força era a sua presença. Deixei de acreditar nas novas oportunidades que chamam à morte da chama. Sentir-me capaz de amar alguém ao ponto de me esquecer de mim, isso assustava-me, mas a cada dia que passava era apenas isso que tinha em mente.
Agora, mais do que nunca senti que no fundo, tu eras um complemento meu, e eu perdi-te. Apenas passou algum tempo, deixei de acompanhar, abstrai-me, ou fiz de propósito.
O meu coração morreu para ti. Odeio o facto de saber que é passado.
Não há vazio. Nem isso.
Breu.
Nota: recomeça.
Um constante arrepio percorria-me o corpo de cada vez que pensava que estava só. Nem sequer queria acreditar. Fui tentando habituar-me, sabendo que enfim,... Estava a enganar-me a mim próprio,
Já não sabia o que era sentir-me sereno.
O tempo parava, só para que eu pudesse ver o olhar dela. O meu socorro era a sua respiração, a minha força era a sua presença. Deixei de acreditar nas novas oportunidades que chamam à morte da chama. Sentir-me capaz de amar alguém ao ponto de me esquecer de mim, isso assustava-me, mas a cada dia que passava era apenas isso que tinha em mente.
Agora, mais do que nunca senti que no fundo, tu eras um complemento meu, e eu perdi-te. Apenas passou algum tempo, deixei de acompanhar, abstrai-me, ou fiz de propósito.
O meu coração morreu para ti. Odeio o facto de saber que é passado.
Não há vazio. Nem isso.
Breu.
Nota: recomeça.
Wednesday, June 20, 2007
Para as vossas prezadas almas:
Uma menina abatida e leve, definha ao som da subtil lua nova. Foi deixada a sós, para amargurar.
Provou o sol e odiou, cuspiu fogo e passou a chamar-se noite.
Tão abandonada que a sua dor era agudizante, o seu grito era de uma solidão imensa.
Caiu, prostrada a chorar à lua e ao sol e às estrelas. Condenada?
Ninguém conheceu a menina nem a sua essência. Procura em ti a menina e vê se ela ainda aguarda o nascer do sol ou chora ao dia.
( he is trapped in is own world waiting for her )
NL
Uma menina abatida e leve, definha ao som da subtil lua nova. Foi deixada a sós, para amargurar.
Provou o sol e odiou, cuspiu fogo e passou a chamar-se noite.
Tão abandonada que a sua dor era agudizante, o seu grito era de uma solidão imensa.
Caiu, prostrada a chorar à lua e ao sol e às estrelas. Condenada?
Ninguém conheceu a menina nem a sua essência. Procura em ti a menina e vê se ela ainda aguarda o nascer do sol ou chora ao dia.
( he is trapped in is own world waiting for her )
NL
Wednesday, June 13, 2007
self-me
Lembramo-nos...
Dos dias passados em que o sol nos atingia os olhos e estávamos mesmo com quem queriamos estar.
Dos dias passados a ver um filme com os melhores.
Dos dias em que se corria à chuva para chegar ao centro comercial, sem nos molharmos muito.
Dos dias em que berrávamos estupidamente por qualquer coisa de nada.
Dos dias em que olhares disseram muito mais do que uma palavra poderia alguma vez dizer.
Mas não nos lembramos da amizade.
Ser próprio não tem razão de ser, ou tem?
(Um punhado de amigos.)
Continuo a adorar-vos pá. Realmente.
Estava a ouvir qualquer coisa quando me lembrei de todos.
Dos dias passados em que o sol nos atingia os olhos e estávamos mesmo com quem queriamos estar.
Dos dias passados a ver um filme com os melhores.
Dos dias em que se corria à chuva para chegar ao centro comercial, sem nos molharmos muito.
Dos dias em que berrávamos estupidamente por qualquer coisa de nada.
Dos dias em que olhares disseram muito mais do que uma palavra poderia alguma vez dizer.
Mas não nos lembramos da amizade.
Ser próprio não tem razão de ser, ou tem?
(Um punhado de amigos.)
Continuo a adorar-vos pá. Realmente.
Estava a ouvir qualquer coisa quando me lembrei de todos.
Sunday, June 10, 2007
Salvas-me?
Com o esfregar dos meus olhos, esqueço-me do teu molde.
Enfraqueço-me aos poucos, e talvez, talvez,
não quero dizer que não estou aqui.
Estou para ir.
Um dia.
Mas tu sabes disso de certeza. Não tires conclusões precipitadas sobre mim. Por favor, tens a vida toda para ter incertezas e "ódios" como lhe chamas por vezes. Não é?
Não posso cortar o cortão umbilical. Não posso.
(...)Só quero que um dia esta anestesia me liberte e me deixe dizer o que quero. O meu cérebro atrofia a cada passo, e o tempo que resta não é muito. Não faz mal. Tu percebes. Sim?
Amamo-nos?, depende. Achas?
Enfraqueço-me aos poucos, e talvez, talvez,
não quero dizer que não estou aqui.
Estou para ir.
Um dia.
Mas tu sabes disso de certeza. Não tires conclusões precipitadas sobre mim. Por favor, tens a vida toda para ter incertezas e "ódios" como lhe chamas por vezes. Não é?
Não posso cortar o cortão umbilical. Não posso.
(...)Só quero que um dia esta anestesia me liberte e me deixe dizer o que quero. O meu cérebro atrofia a cada passo, e o tempo que resta não é muito. Não faz mal. Tu percebes. Sim?
Amamo-nos?, depende. Achas?
Wednesday, March 28, 2007
Infinity
Time is passing way to fast.
I'm getting old to fast.
-This words were meant to wake me up.
But i seem to be asleep, not realizing "life" is not just a word we say.
Ain't got reality nearby, and my mind is falling apart.
NL
I'm getting old to fast.
-This words were meant to wake me up.
But i seem to be asleep, not realizing "life" is not just a word we say.
Ain't got reality nearby, and my mind is falling apart.
- Conferir o que vejo primeiro, depois pensar e elaborar esboços com aquele lápis que ali está na mesa, ou serão os olhos, não sei, esquisitice? praticamente e por pouco, ah , bolas, não.
NL
Tuesday, January 16, 2007
Insanidade
Perdição. Medo de um dia poder dizer-te que exageradamente preciso de ti. Aqui. Sempre presente.
Se de cada vez que começasse a escrever, eu soubesse que tu me darias inspiração, então sim... esperaria. Mas morreu a minha perdição. Tornou-se fugidia assim como a minha capacidade leprosa de transcrever o que me ia ( ou vai ) na mente. Foi como um se dedo a dedo, linha a linha, aos poucos a escrita se tornasse deplorável, miserável e transtornante. Ao ponto de me questionar sobre a sua mesma existência. Facilmente perdi-me na minha própria não-escrita, ao ponto de por em causa o porquê da sua continuação. Tinha medo quando olhava para ela, e não conseguia atingir em claro o que o meu cérebro tinha imaginado. Raivosamente fustigava a minha visão para poder espremer dali qualquer coisa que para mim tivesse significado.
Às tantas acho que desisti. " P'ró diabo com isto." Escrevo sem saber se o plausivel é a minha meta. Sem saber se a escrita é o método ou pelo menos uma forma de frustração permanente por não saber. Não me vou proibir. Apenas quero saber se vou aguentar o tempo suficiente para poder um dia dizer que "percebi".
Conclusão? Não há nem nunca houve. Interessa? Talvez um dia olhe para trás e consiga ver as asneiras, e o que de melhor se passou. Não sei (...)
("O dia em que a minha loucura te tornou pessoa. Amo-te.")
N.L.
Se de cada vez que começasse a escrever, eu soubesse que tu me darias inspiração, então sim... esperaria. Mas morreu a minha perdição. Tornou-se fugidia assim como a minha capacidade leprosa de transcrever o que me ia ( ou vai ) na mente. Foi como um se dedo a dedo, linha a linha, aos poucos a escrita se tornasse deplorável, miserável e transtornante. Ao ponto de me questionar sobre a sua mesma existência. Facilmente perdi-me na minha própria não-escrita, ao ponto de por em causa o porquê da sua continuação. Tinha medo quando olhava para ela, e não conseguia atingir em claro o que o meu cérebro tinha imaginado. Raivosamente fustigava a minha visão para poder espremer dali qualquer coisa que para mim tivesse significado.
Às tantas acho que desisti. " P'ró diabo com isto." Escrevo sem saber se o plausivel é a minha meta. Sem saber se a escrita é o método ou pelo menos uma forma de frustração permanente por não saber. Não me vou proibir. Apenas quero saber se vou aguentar o tempo suficiente para poder um dia dizer que "percebi".
Conclusão? Não há nem nunca houve. Interessa? Talvez um dia olhe para trás e consiga ver as asneiras, e o que de melhor se passou. Não sei (...)
("O dia em que a minha loucura te tornou pessoa. Amo-te.")
N.L.
Monday, January 15, 2007
Avanço
Never feel sorrow
Feel maximum
Don't wanna feel you strange
Wait for my change
Wait!Wait!
(Distortion) felt in your head
Look bewind
But beware strange,
I might be there
Think twice.
Not today, not today,
Today he cries fire
And breathes poison, think again strange
You allready heard the sky moaning.
_Sometimes i can get to feel like a battle is raging in my head, a battle of legions of thoughts_
(Quando no fundo sabes que és tu que fazes a mudança, senteste bem.)
Não importa a loucura, nem a mediocridade ou o sentido de realização...
O que importa és tu.
NovaLegião
Tuesday, January 09, 2007
Sem titulo
Deus ou a cova?
-O absurdo que fica na ausência do nexo, nem sempre se torna estúpido. Apenas não se escreveu (na sua totalidade), ou compreendeu.
NovaLegião
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