Eu deixei de saber o que realmente tenho de pensar, aquilo que mais me importava era o sorriso dela. Tratei de tentar esquecer o mais que podia, mas era como se tentasse apagar da minha cabeça, a minha própria razão para existir.
Um constante arrepio percorria-me o corpo de cada vez que pensava que estava só. Nem sequer queria acreditar. Fui tentando habituar-me, sabendo que enfim,... Estava a enganar-me a mim próprio,
Já não sabia o que era sentir-me sereno.
O tempo parava, só para que eu pudesse ver o olhar dela. O meu socorro era a sua respiração, a minha força era a sua presença. Deixei de acreditar nas novas oportunidades que chamam à morte da chama. Sentir-me capaz de amar alguém ao ponto de me esquecer de mim, isso assustava-me, mas a cada dia que passava era apenas isso que tinha em mente.
Agora, mais do que nunca senti que no fundo, tu eras um complemento meu, e eu perdi-te. Apenas passou algum tempo, deixei de acompanhar, abstrai-me, ou fiz de propósito.
O meu coração morreu para ti. Odeio o facto de saber que é passado.
Não há vazio. Nem isso.
Breu.
Nota: recomeça.
Thursday, July 19, 2007
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