Como eu pensava.
15 de Abril de 2005.
Antes de te fechar, quero agradecer a todos os que leram, todos os que comentaram, os que inspiraram, os que pediram e todos os outros que ajudaram.
O meu intuito nunca foi guardar-te, ou ficar contigo.
Talvez daí te tenha apelidado "nada é definitivo".
Estas pausas lembram-me o "eu" mais miudo.
Tenho a certeza que um dia vou-me lembrar de ti, rir-me e dizer que tinhas boa escrita, daquela que só se consegue elaborar na altura certa, com um bom "timing".
Nada é definitivo. Realmente.
N.L.
"Finda a escrita, preparo a cama, apago o candeeiro e fecho os olhos.
Olho para o tecto e não vejo nada.
Breu. A escuridão visivel.
Irónico, pensei. Foi precisamente assim que começou."
Wednesday, March 17, 2010
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