Sunday, September 11, 2005

-Tu não percebes
Ou então não queres perceber.
Falo de sentimentos inquietantes,
Que atingem tão gravemente
Como um punho de aço,
Parece-te que nem são.
Por mim…
Enervante.
Nem sabe a magia,
Nem a plenitude,
Nem a sonhos.

São-te indiferentes não são?

Não.

Pois se fossem…

Tu não eras.

E por isso…

Eu também não.

Impossível.

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