Sozinho sou um monstro descomunal,
Sem sentimentos.
Continuo a não sentir a minha face
As minhas mãos, a minha alma.
Todo o meu ser quer aclamar o rompimento
Com a realidade que me espera e me traga a mente.
Estou tão absorto que nada já me afecta.
Perdoem-me pois não sei o que digo. E se o sei não me importa.
Wednesday, June 15, 2005
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