Friday, April 15, 2005

Perde-te em mim, ó perdição

Meu Deus! Que é daquilo lá
Que se perde no vagão dos tempos
Dos racionais e pensadores.
Onde estás tu minh’alma?
Para que caminhas?
Estou aqui…E reparo na tua ausência.
Serei apenas a velha carcaça velha e podre,
Má e imoral, perdida entre outros?
Morto sim, perdido não.

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