Escrevinhas a inteligência
E aprendes bem, o bom. Pareces distante,
E tomas conta que já não és a mesma,
Parecendo tão controlada, tão segura,
Tão certa. Descansas.
Acordas reparando na tua existência fenomenal, é impossível
A vida desistir de ti. Que se passou com o divino?
Porque abandonou a esperança da perfeição?
Tudo está mal, é o caos.
Estares a meus pés, e eu falando,
Não contigo, mas com a estupidez macabra do teu jazigo. Arrependo-me,
E esqueço-me que o teu olhar, a tua maneira de ser,
Apenas eu a sei.
Lembro-me e desejo-te doentiamente. Porquê?
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